Category Archives: Ciência

Design Inteligente vs Naturalismo

Admito sem qualquer receio que se encontram com facilidade dezenas de argumentos em favor de Teorias Naturalistas numa pesquisa rápida na Internet. Isso não é nem difícil nem causador de espanto – é assim que a cosmovisão Ateísta avança em pleno séc. 21, onde a informação disponível é vastíssima mas o interesse intelectual para a questionar e analisar é pouca ou nenhuma.

Mas, e se no percurso dessa pesquisa encontrarmos 1 só argumento contra essa Teorias, devemos prestar atenção?
E se forem muitos argumentos contra?
E se esses argumentos assentarem sobre sólidas evidências que as áreas da Biologia, Química, Cosmologia, BioQuímica, Sistemas de Informação, e outras nos dão a conhecer dos seus estudos, observações e conclusões publicadas muito recentemente, na última década?

Que outra hipótese teremos -isto se, de facto, nos consideramos e acima de tudo nos desejamos comportar como Seres lógicos e racionais- que não a de prestar muita atenção a esses argumentos?

Veja por favor a seguinte palestra do Dr. Marcos Eberlin na Universidade Federal do Mato Grosso, Brasil, de Julho do ano passado intitulada “Design Inteligente”.

Só ignora ou é contra o Design Inteligente:
a) quem nunca viu uma apresentação a favor do D.I. à luz das recentes descobertas científicas
b) quem quer a todo o custo negar as suas óbvias conclusões, no que à existência de um Criador diz respeito.

Resumo:

até aos 7 minutos – apresentação da palestra com o tema “Complexidade Irredutível” e introdução ao tema do Design Inteligente e à consequência que estas evidências têm na vida do Ser Humano. Sem design não há uma mente. Sem design não há propósito. Quem acredita no Design Inteligente só pode acreditar em Deus. Quem não acreditar só pode ser Ateu.

8m – Apresentação do conceito filosófico de causa-efeito. O Universo e a Vida são um efeito. Qual é/foi a sua causa? Ou forças/causas naturais ou forças/causas sobrenaturais.

14m – Padrões de inteligência demonstram a existência de uma mente.

17m – Dr. Eberlin fala sobre Michael Behe e o seu livro “Caixa Preta de Darwin”. Exemplificação do conceito Complexidade Irredutível. Demonstração da irredutível complexidade do Flagelo Bacteriano.

25m – Complexidade no Universo

33m Constantes Universais – 26 medidas ou valores exatos e precisos sem os quais não existiria a Vida. Estas evidências cientificas apontam claramente para a existência de uma mente criadora e um propósito para tudo o que conhecemos.

No resto da palestra é demonstrada a complexidade química que está presente nas mais básicas formas de vida.

Curta Biografria do Dr. Eberlin, retirada do seu Website:

Graduação (1982), mestrado (1984) e doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991).

Atualmente é professor titular MS-6 da Universidade Estadual de Campinas, na qual coordena o Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas (http://thomson.iqm.unicamp.br).

É membro da Academia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005).

Prêmio Zeferino Vaz de Reconhecimento Acadêmico (2002) e Prémio Scopus-Capes (2008) de excelência em publicações e formação de pessoal.

É presidente (2009) da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas (IMSF) e vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS), e editor associado do periódico Advances da Royal Society of Chemistry.

Orientou vários mestres, doutores e pós-doutores e seu grupo de pesquisa conta hoje com cerca de 45 pesquisadores. Já publicou cerca de 450 artigos científicos (2010) com mais de 6000 citações em áreas diversas da Química e Bioquímica, e Ciências

dos Alimentos, Farmacêutica e dos Materiais.

 

Recomendo que vejam os outros vídeos deste homem da Ciência e Apologista Cristão presentes no Youtube. Entre palestras, apresentações e debates, existe muito material de grande interesse para a defesa racional da fé no Cristianismo.

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Palestra “Deus Existe?” E a Importância Da Cortesia Na Apologética

Tenho pena que não existam mais recursos em vídeo de Kirk Durston como o que vou partilhar de seguida.

Não costumo colocar aqui textos ou vídeos exclusivamente em Inglês, para não ir contra o próprio slogan do Site, “Apologética em Português”, mas desta vez, e porque sei que há muita gente que visita este site que é fluente em Inglês, abro uma excepção para vos dar a conhecer este Canadiano Doutorado em Biofísica, Mestre em Filosofia, licenciado em Engenharia Molecular, licenciado também em Física e prestes a concluir uma licenciatura em Teologia (ufa!).

Mas o que mais gosto nele, e o motivo pelo qual decidi apresentar-vos este brilhante Académico, é que ele não só é um Cristão que defende o Design Inteligente, como… parece um Cristão. Digo isto porque é muito fácil no mundo de debates e palestras que rodam o tema do Cristianismo e Ciência, sucumbir à tentação de usar de alguma altivez, ironia e sobranceria com quem palestra defendendo a não-existência de Deus, porque normalmente o sarcasmo e o chacotear é o modus operandi da maioria dos que se intitulam neo-ateus.

PZ Meyers debate com Kirk Durston

PZ Meyers debate com Kirk Durston

Ele comporta-se sempre com graciosidade, cortesia e bom senso, mesmo em alturas em que debate com pessoas como PZ Meyers, provavelmente o neo-ateu mais baixo, mesquinho e perverso que alguma vez terão o desprazer de ver, ler ou ouvir.

Kirk é um homem de Deus que percebe que quando se debate com alguém ou quando se está a fazer uma apresentação tentando demonstrar pelas evidências da Ciência a existência de Deus, na verdade o que estamos a tentar é a ganhar uma (ou muitas) almas para Deus, e não a tentar derrotar os argumentos do(s) nosso(s) adversário(s).

Aqui fica então o vídeo de uma palestra dele intitulada “Será que Deus existe?”, na Universidade de Fanshawe no Canadá. Se puderem, vejam os outros vídeos cujo link partilho abaixo.

Aqui poderão ver mais vídeos dele (palestras e debates), aqui poderão ver uma pequena Biografia dele bem como alguns trabalhos avaliados por pares (peer-reviewed) que ele já publicou, e finalmente aqui terão acesso ao seu blog pessoal.

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A Ilusão do Ateísmo

Nestes últimos dias tenho tido uma sempre bem-vinda oportunidade de trocar algumas palavras com um ex-membro da Igreja que frequento. Hoje em dia, e de há uns anos para cá, ele identifica-se como ateu. Apesar de trágico, o atual estado espiritual desta pessoa no que diz respeito à sua “fé” não é surpresa nenhuma.

Um dos motivos pelos quais eu invisto tempo a escrever neste sítio é precisamente o de capacitar os nossos jovens Cristãos -não só os jovens, mas principalmente estes- a estarem sempre prontos a defender a sua fé e a enfrentar de forma eficaz os ferozes ataques que a cosmovisão Cristã sofre por parte do mundo secular e dos seus intervenientes mais ativos.

classroom

Sem a devida preparação, é aqui que o seu filho passará a acreditar na ilusão do Ateísmo. Clique na imagem para ver um estudo recente sobre o abandono da fé por parte de jovens que iniciam a sua vida académica.

O risco é simples: Deixar os nossos filhos sair de casa aos 18 anos como Cristãos convictos e participantes connosco do corpo de Cristo nos eventos dentro e fora da Igreja, e recebê-los 3, 4 ou 5 anos mais tarde como inimigos de Deus declarados.

As faculdades são hoje em dia um lugar onde os nossos filhos são ensinados que Deus não existe e que o Humanismo e outras correntes anti-religiosas são o mais perfeito e capaz sistema de vivência humana. Mentiras, mentiras, mentiras.

Mas por um momento coloquem-se na pele de um jovem caloiro acabado de chegar à faculdade: O seu Professor de Biologia garante que a Teoria da Evolução é um facto científico, o de Filosofia afirma que Deus, a existir, é um ser atroz e vingativo e nas aulas de História os livros de Dan Brown são usados como exemplo de boa Historiografia. Podemos culpar alguém que não nós mesmos (os Cristãos) pelo mau trabalho feito ao longo dos anos, pela forma despreparada como entregamos os nossos jovens à sociedade no arranque das suas carreiras estudantis, quando estes colocam um pé fora da redoma familiar Cristã?
Não, não podemos. A culpa é só nossa.

Um ateu não é mais do que o produto de vários fatores conjugados, a saber:

  • Exposição a maus e tendenciosos estudos académicos
  • A natural inclinação do Homem para viver no pecado e assim procurar negar a existência de um Deus soberano (e os polos/campus Universitários são um forte convite a viver sem regras ou controlo)
  • Pressão dos pares, que como eles, também sofreram dos dois factores acima mencionados

Este recente amigo ateu com quem tenho falado confessou que se desviou do Cristianismo precisamente quando entrou na faculdade e teve contacto direto com o mundo secular em todo o seu esplendor. Dúvida aqui, artigo “científico” ali, e este até então Cristão saiu do edifício espiritual do Cristianismo onde habitava para, segundo as suas palavras, “nunca mais voltar”.

alarm-clockImagine comigo este cenário: Alguém debruçado em cima de uma cama, com uma almofada nas mãos a tentar cobrir um despertador para dessa forma abafar o som do seu alarme que toca de forma estridente, ao mesmo tempo que grita para alguém ao seu lado “Alarme?… na.., não há nenhum alarme a tocar neste momento!”

Esta é a perfeita ilustração da vida de um ateu.

Nos dias de hoje, em que abrindo uma página de Internet e acedendo a um qualquer motor de pesquisa ao estilo “Google” temos acesso a uma vastidão de textos, opiniões, artigos e coisas tais, um ateu tem mais do que ocasião e oportunidade para sustentar a sua cosmovisão e achar que está do lado correto da verdade.

Repare, eu não estou a afirmar que o ateu é um ser totalmente ilógico: mas afirmo-o se ele analisar TODAS as evidências que os muitos anos de bons estudos das mais variadas áreas nos trazem, e ainda assim, escolher o ateísmo como a melhor explicação para o “tudo”.
Isso sim para mim é o pináculo da ilusão auto-imposta.

O leitor procura uma “desculpa” para ser ateu? Fazemos assim, não perca mais tempo então, eu digo-lhe o que fazer: vá ler os livros de Sam Harris, ou de Richard Dawkins, Christopher Hitchens, Daniel Dennet, David Silverman, Lawrence Krauss e tantos outros como eles. Agora aproveito e digo-lhe já de seguida que se quiser ser feliz na ignorância de não conhecer mais nada para lá das ideias desses autores, não leia um único livro mais. Nenhum, não leia absolutamente mais nada!

Não leia outros ateus um pouco mais honestos -e credenciados, mas de quem, pasme-se, nunca ouvirá falar nesse sub-mundo ateu- que os que citei acima que seguem as evidências para onde elas os levam e depois de anos e anos de observação, estudos e pausada análise e ponderação acabam por escrever livros com os títulos;

AFlew_DeusExiste“Deus Existe” como foi o caso do mais proeminente ateu do século passado, Antony Flew, que após 50 anos a defender a causa ateísta reverteu a sua posição para o agnosticismo, reconhecendo assim que os avanços da Ciência não lhe deixaram qualquer alternativa que não fosse a de reconhecer a existência de um Deus criador,

ou mesmo,

mindandcosmoscoverMente e Cosmos: Porque é que a concepção materialista neodarwinista da natureza é quase certamente falsa” do reputado filósofo ateu Thomas Nagel, onde ele afirma que concepções estritamente materialistas -ou seja, sem uma causa transcendente, sem “Deus”- para a origem do Universo e da Vida são “quase certamente falsas”.

Os defensores da Teoria da Evolução têm uma particular aversão a este homem, da mesma forma que nós teríamos de alguém que nos carregasse com um dedo no nosso joelho recentemente esfolado após uma queda, e ambos pelo mesmo motivo: Tocar numa ferida aberta causa desconforto.

Não leia também sobre os trabalhos/artigos e publicações daquele que é considerado um dos maiores académicos vivos do Novo Testamento, o agnóstico Bart Ehrman (por quem alias tenho, confesso, uma saudável antipatia) que nos faz saber entre outras coisas que (traduzido daqui):

  • Jesus foi uma pessoa verdadeira da história, um Judeu da Galileia que pregou sobre o Reino de Deus. Ehrman escreveu um livro inteiro a defender este facto
  • Os Evangelhos canónicos são os mais jovens, e, para todos os efeitos, as únicas fontes válidas de informação detalhada sobre o Jesus histórico. Os evangelhos “Gnósticos” e os outros escritos apócrifos datam de muito mais tarde e não podem ser considerados fontes com significado válido para a informação histórica sobre Jesus.
  • Jesus pensou que era, ou pelo menos viria a ser, o Messias
  • Jesus foi crucificado às ordens de Póncio Pilatos
  • Jesus, de facto, morreu na cruz – (Muçulmanos, tomem nota)
  • Alguns dos seguidores de Jesus acreditavam sinceramente que o viram vivo após a sua morte

Só até aqui, já conseguimos refutar 90% dos disparates que habitualmente ouvimos por parte de cépticos sobre Jesus. E ainda faltam alguns pontos.

  • A crença que Jesus foi ressurrecto dentre os mortos convenceu os seus discípulos de uma forma praticamente imediata que ele era uma figura divina, exaltado à direita de Deus. Os Cristãos iniciais fizeram dessa forma algumas afirmações estrondosas sobre Jesus
  • A crença de que Jesus era uma figura divina que existiu antes da sua vida humana foi aceite pelo menos por alguns Cristãos nos primeiros vinte anos após a sua morte, inclusive antes mesmo das primeiras epístolas de Paulo. (Digam adeus ao disparate de que Paulo mudou radicalmente o Cristianismo, do código moral Judeu para um culto salvador Helénico)
  • Filipenses 2:6-11 ensina que Jesus Cristo era uma figura divina que preexistia ao seu ser humano; Ehrman rejeita a interpretação “Adãmica” dessa passagem que tenta contornar a preexistência de Cristo.
  • Paulo chama Jesus de “Deus” em Romanos 9:5!
  • João ensina de forma clara que Jesus existiu antes da Criação de alguma forma distinto de Deus o Pai, sendo ao mesmo tempo “Deus” e igual a Deus. (Testemunhas de Jeová, tomem nota.) Mais, esta ideia não originou em João porque o Prólogo Joanino deriva de uma fonte pré-Joanina.

Devo relembrar o que escrevi acima? Bart Ehrman é um académico do Novo Testamento, considerado com um dos mais conceituados a nível mundial. Ele é também agnóstico, ou seja, ele não acredita que Jesus é Deus em carne. Aliás, ele crê em Deus mas não o associa a nenhuma religião existente. Ele crê na ausência de um conhecimento particular de Deus por forma a honrá-lo como tal, e consegue ao mesmo tempo validar os alicerces fundamentais do Cristianismo através dos seus estudos e das conclusões que deles retira!

Está a perceber onde quero chegar? A isto chama-se honestidade intelectual. Investigar algo e apresentar as suas correctas conclusões, mesmo que depois se opte por não colocar nelas a nossa fé.

Se só quiser saber sobre o azul, leia só sobre o azul. Mas, se o seu interesse é saber sobre todo o espectro de cores que existe na luz visível, então leia também sobre as outras cores para assim poder fazer uma escolha coerente, fundamentada na razão.

Clique na imagem para ver um debate em Inglês entre Wallace (à direita) e Ehrman sobre as escrituras do Novo Testamento

Por forma a ilustrar um pouco melhor o meu anterior exemplo do despertador, leia com atenção o seguinte texto de um artigo que aborda a análise que Daniel Wallace fez a um recente livro de Bart Ehrman, onde este último, por continuamente negar as evidências históricas em favor do Cristianismo, é chamado por Wallace de “céptico radical”.

Por esta altura é importante referir para quem não está familiarizado, que Wallace e Ehrman fazem parte de um grupo restrito de uns 5 académicos vivos do Criticismo Textual do Novo Testamento de reputação mundial. Não há atualmente mais do que uma mão cheia de pessoas que saiba tanto sobre este assunto como eles.

[…]Wallace passou a ideia que Ehrman é um céptico radical. Essa imagem é ajustada à realidade? Uma pessoa da audiência perguntou a Ehrman o que seria necessário para ele ter a certeza de que nós possuíamos os escritos originais de, digamos, o Evangelho de Marcos. Ele disse que se tivéssemos dez cópias de primeira geração, escritos com um intervalo de uma semana ou algo do género do original, com “0.001% de desvio” entre eles, então ele teria uma relativa certeza de estarmos na posse do Evangelho de Marcos intacto. Repare que essas exigências não são feitas para qualquer outra literatura antiga e que o Novo Testamento é tão rico em cópias que os seus estudiosos podem obter uma boa ideia da sua redacção original. A resposta de Ehrman a esta questão confirmou que Wallace o descreveu de forma correcta.

Bart Ehrman é a prova cabal de que o conhecimento factual do tema A não torna necessário uma crença em A. Ele conhece melhor do que ninguém a validação histórica dos documentos que compõem o Novo Testamento e mesmo assim recusa-se a crer num Jesus Salvador. Aqui pode ler outro exemplo do que me refiro. Todos os que se recusam a acreditar estão no mesmo barco, o barco da contínua resistência à verdade, porque possuem um coração de pedra que se opõe à realidade chamada Deus.

Meditem por uns momentos no significado deste texto, escrito por Paulo em Romanos 1:18-20:

Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça,
pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis.

Estas palavras com quase 2 mil anos de vida garantem-me que todo este movimento neo-ateu bem se podia chamar paleo-ateu, porque de novo nada tem. Homens que suprimem a verdade de Deus, porque amam as injustiças que cometem em vida e não suportam a ideia de um ser Soberano a quem hão-de prestar contas.

Para terminar um já longo texto, um desabafo. Um familiar perguntou-me recentemente, após ver alguns artigos feitos por mim aqui e no meu anterior blog, se eu devia perder tempo com isto… se este tipo de “filosofias” e questões eram boas para a minha alma.
Depois de falar com dezenas (centenas?) de pessoas que se intitulam ateus, eu posso asegurar com toda a força do meu ser: Não há nada de mais útil e mais premente no campo do Cristianismo que se pratica neste mundo virtual chamado Internet, do que o refutar mentiras que levam à perdição das almas que se deixam levar pelo conforto que o mundo de (falsas) convicções do ateísmo lhes traz.

A pergunta que lhe faço no fim deste texto é: E você, está preparado para, revestido de amor Cristão, falar com ateus e agnósticos e ajudá-los a chegar à fé no Jesus Histórico, Senhor e Salvador das almas de todos aqueles que n´Ele crerem?

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Será a Teoria da Evolução Uma Religião?

Quanto mais leio sobre o assunto, e não falo de revistas cor-de-rosa ligadas ao Cristianismo mas sim de publicações académicas que estudam a origem e a “evolução” dos organismos vivos, fico cada vez mais convencido que de facto, a chamada Teoria da Evolução -Darwinismo- não é nada mais do que uma religião, que ao contrário de outras, não desce à Terra pela mão de deuses, mas sobe ao céu pela mão do Homem.

Devido à gritante falta de tempo dos últimos dias e à falta de um texto da minha autoria ou traduzido por mim, deixo-vos com um excerto e o convite para lerem o artigo traduzido por Mats do blog Darwinismo (original aqui), que traz uma conclusão bem pungente para todos aqueles que defendem a Teoria da Evolução como facto, ora repare:

Num livrete com o título tendencioso de “Ciência e Criacionismo“, o “Council of the National Academy of Science” emitiu a seguinte resolução:
“A religião e a ciência são domínios separados e mutuamente exclusivos do pensamento humano, cuja apresentação no mesmo contexto leva a um mau entendimento tanto das teorias cientificas, como da crença religiosa.”
Concordo plenamente, e desafio-os a descobrirem um mecanismo testável e decorrente que confirme a procedência animal do ser humano, que seria então uma ciência legítima. De outro modo, vamos dar os nomes certos às coisas e dizer aos estudantes que, na ausência dum mecanismo observável, a teoria da evolução é uma religião.

(o negrito é meu)

Ensinar às nossas crianças que elas são o produto de mutações genéticas aleatórias debaixo do capricho da sorte + enormidade de tempo, é o primeiro passo para que elas suprimam a verdade de Deus nas suas próprias injustiças (pecados, falhas, faltas… más acções), conforme Paulo nos avisa no primeiro capítulo da sua carta aos Romanos 1:18-22:

Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça,
pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos

Acompanhem as matérias que os vossos filhos são obrigados a estudar nas escolas, e estejam sempre preparados para não só ouvir as suas dúvidas mas acima de tudo dissipá-las, de uma forma biblicamente saudável, para que elas cresçam a honrar a Deus, e não a fazerem de tudo para O enterrar nas suas mentes carregadas de falsos ensinos e pseudo-ciência.

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Teoria da Evolução?

Leiam por favor com todo o cuidado e atenção a seguinte mensagem, que vos trago do Site “A Jornada” de Randal Niles, um ex-ateu praticante que se lançou numa viagem crítica na tentativa de analisar a validação lógica do ateísmo quando directamente confrontado com os factos que a Ciência e a História nos dão a conhecer em pleno século 21.

crossroad

Para quem conhece a motivação do Apologia.pt já deverá suspeitar o que aconteceu com o agora Cristão Randal Niles, mas deixo um excerto de uma das suas páginas onde ele relata a sua procura pela verdade no mundo das Ciências, nomeadamente relacionadas com a Teoria da Evolução, ou Darwinismo, a rocha de repouso intelectual do ateu. Se aqueles que se identificam com o ateísmo tão somente abrissem os olhos e não aceitassem com uma fé cega aquilo que lhes é dito sobre a suposta evolução do Ser Humano…

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Teoria da Evolução – Como realmente funciona?
A teoria da evolução, conforme ilustrada na árvore evolutiva na minha sala de aula do ensino secundário, só lidava com a cadeia macro-evolutiva entre seres orgânicos. Através de um rápido estudo, eu encontrei pelo menos outras cinco etapas fundamentais de evolução que seriam necessárias antes de qualquer possibilidade de vida orgânica. Na verdade, na teoria geral, cada etapa parecia ser essencial para a próxima…

A primeira é a “Evolução Cósmica” – a ideia de que o tempo, espaço, matéria e energia de alguma forma “explodiram” (ou expandiram) do nada devido ao repentino “big bang”, causando o nascimento do nosso universo. A segunda etapa é a “Evolução Estelar”. Já que se acredita que o Big Bang produziu apenas hidrogénio, hélio e uma variedade de partículas subatómicas, esses elementos devem-se ter de alguma forma condensado em estrelas por algum tipo de processo evolutivo. A terceira fase é a “Evolução Química”. De acordo com o pensamento geral, os únicos elementos químicos produzidos pelo Big Bang foram hidrogénio e hélio (e possivelmente lítio). Como resultado do calor e da pressão incríveis no interior das estrelas, os elementos originais de alguma forma evoluíram para os outros 88 elementos químicos que ocorrem naturalmente e que são observados hoje.

A quarta etapa é a “Evolução Planetária”. Os elementos químicos que supostamente evoluíram dentro das estrelas antigas foram de alguma forma ejetados, possivelmente por mortes violentas dos ciclos de vida estelar, libertando grandes nuvens de compostos espirais. Essas nuvens de elementos químicos de alguma forma formaram sistemas solares bem organizados/sintonizados, incluindo o nosso. A quinta fase é a “Evolução Orgânica” (também conhecida como “geração espontânea”). A teoria é que o planeta Terra começou como uma massa de matéria fundida alguns biliões de anos atrás. Ao esfriar, tornou-se uma rocha sólida e seca. Depois, choveu sobre as rochas por milhões de anos, formando grandes oceanos. Eventualmente, essa “sopa de rocha pré-biótica” (rocha + água) passou a existir e gerou os primeiros sistemas orgânicos de auto-replicação.

OK, neste ponto eu tinha mais perguntas do que nunca, mas pelo menos eu tinha alcançado a base da tão chamada árvore de evolução. Aqui é onde ocorre a sexta fase da teoria geral da evolução – “macro-evolução”. Acredita-se que todas as criaturas vivas compartilham um ancestral comum: um organismo unicelular relativamente “simples” que evoluiu a partir de matéria inorgânica (a chamada “sopa de pedra”). Essencialmente, os pássaros e as bananas, os peixes e as flores, são todos geneticamente relacionados. Ah, precisamos adicionar mais um … O sétimo e último estágio da teoria é “micro-evolução”. Micro-evolução é a variação e variedade de características expressas em “tipos” de organismos sexualmente compatíveis. Os exemplos incluem as diferenças entre os vários tipos de cavalos, cães, gatos, etc. Esta variação “dentro de uma espécie” é o que Darwin observou em meados do século 1800 e o que nós ainda observamos hoje …

OK, vamos recapitular … A teoria evolutiva aparenta ter sete fases distintas, interrelacionadas e estabelecidas pela ciência, na seguinte ordem:

Evolução Cósmica. O desenvolvimento do espaço, tempo, matéria e energia a partir do nada.

Evolução estelar. O desenvolvimento de estrelas complexas a partir dos primeiros elementos caóticos.

Evolução Química. O desenvolvimento de todos os elementos químicos provenientes dos dois primeiros.

Evolução planetária. O desenvolvimento de sistemas planetários a partir de elementos espirais.

Evolução orgânica. O desenvolvimento da vida orgânica a partir de matéria inorgânica (rocha).

Macro-evolução. O desenvolvimento de um tipo de vida a partir de um outro tipo totalmente diferente.

Micro-evolução. O desenvolvimento de variações dentro do mesmo tipo de vida.

Curiosamente, os livros de ciência e os documentários de televisão declaram que apenas a sétima fase – Micro-Evolução – tem sido observada e documentada. As seis primeiras fases da evolução são apenas suposições … Mas tudo bem, não é lógico usar observações micro-evolucionárias para ligar os pontos em todos as outras necessárias “fases de evolução”?

Espere um momento. Mas de onde isto veio em primeiro lugar? Será que realmente começou com Darwin? Posso encontrar todas essas informações no livro de Darwin? Será que cheguei a ler esse livro? Parece que toda a gente se lembra de ter lido o livro “Origem das Espécies”, mas quantos de nós realmente o possuímos? A evolução Darwiniana foi apresentada como um facto tão estabelecido na minha classe de biologia de secundário que eu achava que não havia nenhum motivo para voltar e ler a dissertação original e teórica … Esse era o meu pensamento naquela época, mas agora tudo era diferente, por isso decidi ler o livro de Darwin por mim mesmo…

Próxima página.

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Este pequeno excerto permite perceber alguma da complexidade que envolve os processos chamados “evolutivos” por aqueles que se dizem ateus. Desta forma recomendo a leitura das páginas seguintes do Site de Internet onde Randal Niles nos dá a conhecer o trajeto da sua viagem do ateísmo para o Cristianismo, e qual deverá ser o destino comum para aqueles que se dizem racionais e sustentam as suas decisões com base na lógica.

Eu apenas posso partilhar a informação, a escolha final terá de ser sua, mas eu confio que usará de razão para se aproximar do Deus que o/a criou e não da fé cega que os ateus têm numa (falsa) cosmovisão materialista/evolucionista para se afastar Dele.

Se estiver interessado em saber mais sobre esta “viagem”, leia mais aqui.

Se quiser saber mais sobre descobertas científicas atuais que desmistificam a chamada Teoria da Evolução / Darwinismo, viste o site Darwinismo, com novos artigos científicos traduzidos para Português quase diariamente.

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