Será a Teoria da Evolução Uma Religião?

Quanto mais leio sobre o assunto, e não falo de revistas cor-de-rosa ligadas ao Cristianismo mas sim de publicações académicas que estudam a origem e a “evolução” dos organismos vivos, fico cada vez mais convencido que de facto, a chamada Teoria da Evolução -Darwinismo- não é nada mais do que uma religião, que ao contrário de outras, não desce à Terra pela mão de deuses, mas sobe ao céu pela mão do Homem.

Devido à gritante falta de tempo dos últimos dias e à falta de um texto da minha autoria ou traduzido por mim, deixo-vos com um excerto e o convite para lerem o artigo traduzido por Mats do blog Darwinismo (original aqui), que traz uma conclusão bem pungente para todos aqueles que defendem a Teoria da Evolução como facto, ora repare:

Num livrete com o título tendencioso de “Ciência e Criacionismo“, o “Council of the National Academy of Science” emitiu a seguinte resolução:
“A religião e a ciência são domínios separados e mutuamente exclusivos do pensamento humano, cuja apresentação no mesmo contexto leva a um mau entendimento tanto das teorias cientificas, como da crença religiosa.”
Concordo plenamente, e desafio-os a descobrirem um mecanismo testável e decorrente que confirme a procedência animal do ser humano, que seria então uma ciência legítima. De outro modo, vamos dar os nomes certos às coisas e dizer aos estudantes que, na ausência dum mecanismo observável, a teoria da evolução é uma religião.

(o negrito é meu)

Ensinar às nossas crianças que elas são o produto de mutações genéticas aleatórias debaixo do capricho da sorte + enormidade de tempo, é o primeiro passo para que elas suprimam a verdade de Deus nas suas próprias injustiças (pecados, falhas, faltas… más acções), conforme Paulo nos avisa no primeiro capítulo da sua carta aos Romanos 1:18-22:

Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça,
pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos

Acompanhem as matérias que os vossos filhos são obrigados a estudar nas escolas, e estejam sempre preparados para não só ouvir as suas dúvidas mas acima de tudo dissipá-las, de uma forma biblicamente saudável, para que elas cresçam a honrar a Deus, e não a fazerem de tudo para O enterrar nas suas mentes carregadas de falsos ensinos e pseudo-ciência.

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Promoção: Livro “Cold Case Christianity” Grátis!

Há alguns dias trouxe até ao Apologia.pt um artigo de J. Warner Wallace, um detective de homicídios que, enquanto ateu, utilizou as suas técnicas de investigação forense para investigar as reivindicações do Cristianismo, especificamente os relatos dos Evangelhos, e tentou aferir dessa forma a sua veracidade.

Algum tempo depois, este agora Cristão, lançou um livro que é considerado no círculo da Apologética Cristã uma obra de grande valor e importância para todos aqueles que usam a razão e as evidências da Ciência e da História para apresentar uma Defesa do Cristianismo.

Tenho o enorme prazer de anunciar que a versão digital desse livro em Inglês está com uma promoção neste momento e nos próximos dias (julgo que até dia 13, por isso aproveitem rápido!) e dessa forma qualquer pessoa o poderá obter gratuitamente através da plataforma Kindle ou Google Play Livros.

Breve introdução ao livro

Escrito por um ex-ateu e detective de homicídios do condado de Los Angeles, Cold-Case Christianity examina as reivindicações do Novo Testamento, usando as habilidades e estratégias de um investigador criminal bastante cético.

O Cristianismo pode ser definido como um “Caso Arquivado”: faz uma afirmação sobre um evento do passado distante para o qual há pouca evidência forense. Em Cold-Case Christianity, J. Warner Wallace usa as suas reconhecidas habilidades como um detective de homicídios ao analisar as provas e testemunhas oculares por detrás das crenças cristãs. Incluindo histórias emocionantes da sua carreira e as técnicas visuais que ele desenvolveu nas salas de tribunal, Wallace usa ilustrações para examinar as provas poderosas que validam as reivindicações do cristianismo.

Uma obra apologética única que fala com intensidade aos leitores interessados em histórias de detective, Cold-Case Christianity inspira os leitores a terem confiança em Cristo, ao mesmo tempo que os prepara para articular uma defesa do Cristianismo.

 

Poderá obter o livro seguindo os links seguintes na

Loja Kindle
ou na
Loja dos Livros Google

Boas leituras!

 

Edit: Promoção terminada! Espero que a tenham aproveitado. 
Mais tarde irei fazer uma análise ao livro e publicar aqui.

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Teoria da Evolução?

Leiam por favor com todo o cuidado e atenção a seguinte mensagem, que vos trago do Site “A Jornada” de Randal Niles, um ex-ateu praticante que se lançou numa viagem crítica na tentativa de analisar a validação lógica do ateísmo quando directamente confrontado com os factos que a Ciência e a História nos dão a conhecer em pleno século 21.

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Para quem conhece a motivação do Apologia.pt já deverá suspeitar o que aconteceu com o agora Cristão Randal Niles, mas deixo um excerto de uma das suas páginas onde ele relata a sua procura pela verdade no mundo das Ciências, nomeadamente relacionadas com a Teoria da Evolução, ou Darwinismo, a rocha de repouso intelectual do ateu. Se aqueles que se identificam com o ateísmo tão somente abrissem os olhos e não aceitassem com uma fé cega aquilo que lhes é dito sobre a suposta evolução do Ser Humano…

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Teoria da Evolução – Como realmente funciona?
A teoria da evolução, conforme ilustrada na árvore evolutiva na minha sala de aula do ensino secundário, só lidava com a cadeia macro-evolutiva entre seres orgânicos. Através de um rápido estudo, eu encontrei pelo menos outras cinco etapas fundamentais de evolução que seriam necessárias antes de qualquer possibilidade de vida orgânica. Na verdade, na teoria geral, cada etapa parecia ser essencial para a próxima…

A primeira é a “Evolução Cósmica” – a ideia de que o tempo, espaço, matéria e energia de alguma forma “explodiram” (ou expandiram) do nada devido ao repentino “big bang”, causando o nascimento do nosso universo. A segunda etapa é a “Evolução Estelar”. Já que se acredita que o Big Bang produziu apenas hidrogénio, hélio e uma variedade de partículas subatómicas, esses elementos devem-se ter de alguma forma condensado em estrelas por algum tipo de processo evolutivo. A terceira fase é a “Evolução Química”. De acordo com o pensamento geral, os únicos elementos químicos produzidos pelo Big Bang foram hidrogénio e hélio (e possivelmente lítio). Como resultado do calor e da pressão incríveis no interior das estrelas, os elementos originais de alguma forma evoluíram para os outros 88 elementos químicos que ocorrem naturalmente e que são observados hoje.

A quarta etapa é a “Evolução Planetária”. Os elementos químicos que supostamente evoluíram dentro das estrelas antigas foram de alguma forma ejetados, possivelmente por mortes violentas dos ciclos de vida estelar, libertando grandes nuvens de compostos espirais. Essas nuvens de elementos químicos de alguma forma formaram sistemas solares bem organizados/sintonizados, incluindo o nosso. A quinta fase é a “Evolução Orgânica” (também conhecida como “geração espontânea”). A teoria é que o planeta Terra começou como uma massa de matéria fundida alguns biliões de anos atrás. Ao esfriar, tornou-se uma rocha sólida e seca. Depois, choveu sobre as rochas por milhões de anos, formando grandes oceanos. Eventualmente, essa “sopa de rocha pré-biótica” (rocha + água) passou a existir e gerou os primeiros sistemas orgânicos de auto-replicação.

OK, neste ponto eu tinha mais perguntas do que nunca, mas pelo menos eu tinha alcançado a base da tão chamada árvore de evolução. Aqui é onde ocorre a sexta fase da teoria geral da evolução – “macro-evolução”. Acredita-se que todas as criaturas vivas compartilham um ancestral comum: um organismo unicelular relativamente “simples” que evoluiu a partir de matéria inorgânica (a chamada “sopa de pedra”). Essencialmente, os pássaros e as bananas, os peixes e as flores, são todos geneticamente relacionados. Ah, precisamos adicionar mais um … O sétimo e último estágio da teoria é “micro-evolução”. Micro-evolução é a variação e variedade de características expressas em “tipos” de organismos sexualmente compatíveis. Os exemplos incluem as diferenças entre os vários tipos de cavalos, cães, gatos, etc. Esta variação “dentro de uma espécie” é o que Darwin observou em meados do século 1800 e o que nós ainda observamos hoje …

OK, vamos recapitular … A teoria evolutiva aparenta ter sete fases distintas, interrelacionadas e estabelecidas pela ciência, na seguinte ordem:

Evolução Cósmica. O desenvolvimento do espaço, tempo, matéria e energia a partir do nada.

Evolução estelar. O desenvolvimento de estrelas complexas a partir dos primeiros elementos caóticos.

Evolução Química. O desenvolvimento de todos os elementos químicos provenientes dos dois primeiros.

Evolução planetária. O desenvolvimento de sistemas planetários a partir de elementos espirais.

Evolução orgânica. O desenvolvimento da vida orgânica a partir de matéria inorgânica (rocha).

Macro-evolução. O desenvolvimento de um tipo de vida a partir de um outro tipo totalmente diferente.

Micro-evolução. O desenvolvimento de variações dentro do mesmo tipo de vida.

Curiosamente, os livros de ciência e os documentários de televisão declaram que apenas a sétima fase – Micro-Evolução – tem sido observada e documentada. As seis primeiras fases da evolução são apenas suposições … Mas tudo bem, não é lógico usar observações micro-evolucionárias para ligar os pontos em todos as outras necessárias “fases de evolução”?

Espere um momento. Mas de onde isto veio em primeiro lugar? Será que realmente começou com Darwin? Posso encontrar todas essas informações no livro de Darwin? Será que cheguei a ler esse livro? Parece que toda a gente se lembra de ter lido o livro “Origem das Espécies”, mas quantos de nós realmente o possuímos? A evolução Darwiniana foi apresentada como um facto tão estabelecido na minha classe de biologia de secundário que eu achava que não havia nenhum motivo para voltar e ler a dissertação original e teórica … Esse era o meu pensamento naquela época, mas agora tudo era diferente, por isso decidi ler o livro de Darwin por mim mesmo…

Próxima página.

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Este pequeno excerto permite perceber alguma da complexidade que envolve os processos chamados “evolutivos” por aqueles que se dizem ateus. Desta forma recomendo a leitura das páginas seguintes do Site de Internet onde Randal Niles nos dá a conhecer o trajeto da sua viagem do ateísmo para o Cristianismo, e qual deverá ser o destino comum para aqueles que se dizem racionais e sustentam as suas decisões com base na lógica.

Eu apenas posso partilhar a informação, a escolha final terá de ser sua, mas eu confio que usará de razão para se aproximar do Deus que o/a criou e não da fé cega que os ateus têm numa (falsa) cosmovisão materialista/evolucionista para se afastar Dele.

Se estiver interessado em saber mais sobre esta “viagem”, leia mais aqui.

Se quiser saber mais sobre descobertas científicas atuais que desmistificam a chamada Teoria da Evolução / Darwinismo, viste o site Darwinismo, com novos artigos científicos traduzidos para Português quase diariamente.

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Porquê as Escrituras? – Uma Defesa do Novo Testamento

Devemos confiar nos manuscritos dos quais recolhemos os relatos que hoje compõem o Novo Testamento? São esses relatos verdadeiros? São coerentes? O que dizem os autores da época sobre os eventos descritos? E a arqueologia?

Veja porque motivos podemos ter total confiança nos eventos descritos no Novo Testamento, na sexta apresentação da série “Porquê?”

 

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Evidências Históricas da Bíblia

Para aqueles que ainda têm algumas dúvidas sobre se as descobertas da arqueologia que se fizeram até ao dia de hoje validam ou refutam os relatos bíblicos, deixo o convite para verem este recente episódio do programa Evidências da editora Novo Tempo, apresentado pelo arqueólogo Rodrigo Silva, já conhecido dos amigos leitores através de duas mensagens aqui anteriormente partilhadas. Esta e esta.

Lembrem-se, a fé que temos na obra já completa por Jesus é uma fé racional, validada pelas descobertas científicas e, neste caso em particular, pelo que a História nos conta do que aconteceu no passado. Quem valoriza o uso da razão, deve equacionar a mensagem do Evangelho.

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A Diferença Entre Acreditar nos Evangelhos e Confiar no Evangelho

Traduzido do Cold Case Christianity, de J. Warner Wallace:

Eu inclinei-me para ela e disse “Acho que pode ser verdade”. “O que é que pode ser verdade?”, perguntou a Susie. “O Cristianismo”, respondi. “Quanto mais olho para os Evangelhos, mais me parecem ser testemunhos oculares reais”.JWarnerWallace

Passei meses a examinar as afirmações dos Evangelhos, a avaliá-los utilizando o modelo que tipicamente aplico às testemunhas oculares durante as minhas investigações criminais. No fim da minha análise, estava confiante na sua fiabilidade. Eu acreditei que os Evangelhos me estavam a contar a verdade sobre Jesus. Mas eu ainda não era um Cristão. Eu tinha aquilo a que me refiro muitas vezes por “acredito que”. Examinei o que os Evangelhos tinham a dizer sobre Jesus, e depois de os testar rigorosamente fiquei com confiança na sua precisão, que a idade dos documentos era próxima aos factos ocorridos, que a sua transmissão foi feita de forma confiável e na não-existência de um de relato tendencioso.

Mas eu ainda tinha uma questão profundamente importante por responder: “O que significa a cruz no meio disto? Por que é que Jesus teve que morrer assim?” A minha esposa, Susie, tinha sido criada como católica cultural [ndt: alguém que diz ter uma crença mas que se aplica de forma meramente social, na linguagem, nos hábitos, nos costumes, na prática de ir à Igreja, etc, sem que isso represente um novo nascimento em Cristo], e embora ela estivesse familiarizada com a linguagem e as doutrinas do catolicismo, a sua resposta foi simplesmente: “Eu realmente não sei”. Depois de meses de investigação, eu acreditava que os Evangelhos me falavam sobre Jesus, mas eu ainda não estava pronto para aceitar o Evangelho da Salvação.

Ontem, a CBN [ndt: Rede de Televisão e Internet Cristã] noticiou a história da minha viagem de “acredito que” para “acredito em”. É realmente a primeira vez que eu conto esta história de forma completa, e espero que ela o(a) ajude a ver o papel que as evidências podem desempenhar, movendo-nos da concordância intelectual à submissão voluntária.

Para mim, a transição de “acredito que” para “acredito em” pode ser resumida de forma simples. A minha investigação a Jesus trouxe-me a um lugar de certeza e confiança. O que eu li sobre Jesus nos Evangelhos levou-me ao “acredito que”. Mas o que eu li sobre mim nos Evangelhos levou-me ao “acredito em”. Durante meses foquei-me em testar a fiabilidade dos Evangelhos sem realmente abraçar os ensinamentos de Jesus relacionados com a minha própria condição de Ser Humano. Ainda me lembro onde eu estava quando comecei a ler esses relatos através de uma nova perspectiva, desta vez olhando para o que eles disseram sobre a minha própria natureza humana. Foi convincente.

Eu nunca fui alguém que se considerasse como uma pessoa má. Na verdade, o meu papel como agente de polícia só amplificou o meu orgulho e sentimento próprio de “bondade”. Mandei bandidos para a cadeia. Eu pensava que entendia a diferença entre o certo e o errado, o bem e o mal. Eu estava de um lado das barras, as pessoas más estavam do outro. Mas o Novo Testamento corroeu a minha confiança na minha própria justiça. Quando eu me vi nas páginas das Escrituras, eu tive de admitir a sua exatidão. Elas descreviam-me na perfeição. Quanto mais eu as lia, mais reconhecia a minha necessidade de um Salvador. De repente, o Evangelho fazia sentido.

Toda a cosmovisão [ndt: a forma como vemos e interpretamos o mundo] faz e responde a três perguntas: Como chegamos até aqui, porque motivo está tudo tão estragado, e como o podemos corrigir? Quando entendi a resposta para a segunda pergunta, fiquei pronto para abraçar a resposta para a terceira. O nosso problema é a rebelião, o mesmo tipo de rebelião que eu tinha vindo a demonstrar de forma tão vívida durante 35 anos como um não-crente. Como o podemos corrigir? O Evangelho. Quando eu entrei pela primeira vez numa igreja evangélica e ouvi o pastor a descrever Jesus, eu não estava pronto para aceitar a mensagem da Salvação. Eu tinha que começar por analisar os relatos das testemunhas do Evangelho.

Esta investigação aos Evangelhos levou-me a um estado de preparação. Eu estava preparado, como resultado da minha investigação, para ouvir o que Jesus tinha a dizer sobre mim. Não haja equívoco sobre isto, a minha anterior ideia de “acredito que” não era uma fé que salva. Mas o atual “acredito em” não teria sido tão robusto se não fosse a confiança nas evidências que recolhi na minha investigação inicial. O “acredito que”, quando fundamentado com evidências necessárias para o “acredito em” torna-se muito mais apto para um envolvimento confiante e vigoroso no mundo. Este é um aspeto muitas vezes esquecido na apresentação de uma defesa do Cristianismo baseado em evidências ( apologética ). Mas, a confiança baseada em informação tem uma aparência diferente da fé cega. Eu consigo ver a diferença quando viajo por todo o país. Quando as nossas perguntas são respondidas e as evidências são claras, começamos a viver de uma forma diferente. Quando estamos confiantes que os Evangelhos são uma precisa descrição -no que dz respeito às evidências de que dispomos- da história da humanidade, somos muito mais propensos a compartilhar a nossa confiança no Evangelho da Salvação.

J. Warner Wallace é um detetive de casos de homicído arquivados, defensor do Cristianismo, e autor de Cold-Case Christianity e ALIVE

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Bom é que todos os amigos leitores possam analisar de forma coerente as reivindicações do Cristianismo e só depois escolher se querem aceitar a mensagem do Evangelho. Depois, não antes. A eternidade é muito tempo para se estar errado!

 

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