Religion Saves: A Série de Pregações Que Me Salvaram!

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Estou infinitamente grato a Deus por me ter guiado até aos ensinamentos deste polémico (no bom sentido) homem chamado Mark Driscoll que me mostrou quem é Deus e a obra redentora já completa em Jesus. Os seus ensinamentos bíblicos, mas claros, destinados a uma plateia jovem capturaram a minha atenção desde o primeiro segundo.

Recomendo-a a todos os que tiverem vontade e desejo de saberem mais sobre a mensagem do Evangelho, e o porquê dessa ser a mensagem mais importante que alguma vez irão ouvir.

O meu desejo e oração é que Deus continue a abençoar o seu ministério na Mars Hill Church em Seattle e que estas pregações possam ter o impacto na tua vida que tiveram na minha.
Dificilmente o verei aqui na Terra, mas ele não se vai escapar de um abraço quando estivermos juntos no céu.

Até lá, vou aprendendo mais com as suas pregações, que ainda hoje ouço (juntamente com outros professores das Escrituras) via podcast nas idas e vindas do trabalho.

(Actualização em 26-09-2018: O link foi alterado para o resultado da pesquisa “religion Saves and nine other misconceptions” no Youtube dado que nenhum canal associado ao antigo pastor da Igreja Mars Hill (entretanto fechada) reteve os vídeos desta série de pregações. Apesar de todo a polémica em torno deste homem e do seu ministério, mantenho um sentimento de agradecimento por ele porque foi através das suas pregações que o Espírito Santo redimiu a minha vida para Jesus.)

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Biblioteca de Recursos Teológicos – Desiring God

DesiringGodLogo

Aproveito para relembrar a todos o fantástico repositório de textos disponibilizado pelo Pastor John Piper do ministério Desiring God.

Estes recursos são traduzidos para Português por uma equipa da qual faço parte e disponibilizados gratuitamente para todos aqueles que têm sede das coisas que dizem respeito ao nosso maravilhoso Deus.

Sigam o link e deliciem-se com os belos textos de John Piper profundamente inspirados nas escrituras; um belíssimo sustento para a nossa alma.

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Lee Strobel – Em Defesa de Cristo

Este documentário mostra-nos a jornada que um jornalista ateu -Lee Strobel- percorreu para provar que as reivindicações Cristãs eram um conjunto muito elaborado de mentiras.
O que ele veio a descobrir, é que não só Jesus existiu, como os evangelhos são documentos históricos cuja veracidade é aceite sem reservas nos círculos académicos.

E você, acredita na existência de Jesus e nos relatos dos evangelhos? Veja o documentário e tenha a sua vida transformada por esse homem que morreu e foi ressuscitado há cerca de 2000 anos atrás.

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Testemunhas de Jeová

Escrevi em tempos um documento para os membros da igreja Testemunhas de Jeová, da Sociedade Torre de Vigia.

É um documento escrito com um sentimento de amor Cristão, que espero possa ser lido nesse espírito porque convém aos seus membros saberem se os ensinamentos acerca da doutrina Cristã que recebem são, ou não, bíblicos.

Para o ler, clique aqui.

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Defesa do Cristianismo

Traduzido a partir de um blog que acompanho:
J.W. Wartick -“Always Have a Reason”

Recentemente tive a necessidade de defender o cristianismo num breve espaço de tempo. Estava a participar numa troca de ideias com alguns conhecidos e fui convidado a delinear argumentos sobre o porquê de eu acreditar no que acredito. Estávamos com pouco tempo e eu só tinha cerca de 15 minutos para o fazer. Felizmente, eu tive acesso a alguns recursos maravilhosos que me permitiram memorizar alguns argumentos rápidos, mas úteis.

Este post é destinado a fornecer a outros cristãos uma defesa para as suas crenças que podem memorizar e compartilhar com outras pessoas. Note-se que o estudo não pode parar aqui. A maioria das pessoas não vai ser convencida pelos princípios descritos neste texto. O objetivo deste post é fornecer uma porta de entrada para a discussão e manter as pessoas interessadas na ideia de que Deus existe e Jesus é o Senhor. Cada secção é destinada a fluir diretamente para a próxima. Eu encorajo os meus companheiros cristãos a memorizar uma “defesa para a fé” tal como esta esta, para que possam estar sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em si (1 Pedro 3:15).

Os argumentos são necessariamente curtos e simples, devido às limitações de tempo, mas eles oferecem uma breve defesa que, esperamos, possa estimular futuras conversas (mais uma vez , não se esqueça de fazer mais pesquisas!).

Greg Koukl diz que não precisamos de convencer alguém de imediato, só precisamos de “colocar uma pedra no seu sapato” para que possamos manter a porta da discussão aberta para interacções posteriores. Como sempre, a apologética mais eficaz é uma vida de oração que faça refletir Cristo em nós. Que o Espírito Santo o guie em todas as coisas.

1. Deus existe ( 7 minutos)

Há muitas razões para acreditar que Deus existe, gostaria de compartilhar algumas:

Argumento Cosmológico Kalam

1) Tudo o que começou a existir tem uma causa
2) O universo começou a existir
3) Portanto, o universo tem uma causa.

Parece intuitivamente óbvio que 1) é verdadeiro. As coisas não começam a existir do nada e deixam de existir do nada.

2) resulta das descobertas científicas modernas, como o Big Bang, que nos diz que o universo teve um princípio num ponto finito passado – padrão cosmológico.

3) resulta via modus ponens (a forma mais básica de argumento – silogismo condicional) de 1 e 2.

Este argumento mostra-nos uma causa transcendente para o universo. A causa também deve ser pessoal, porque [ele] trouxe o universo à existência em algum momento, o que exige uma escolha. As escolhas podem ser feitas apenas por pessoas, por isso esta entidade é pessoal.

O argumento Moral

4) Se há valores morais objetivos , então Deus existe
5) Existem valores morais objetivos
6) Portanto, Deus existe .

“Valores morais objetivos”, aqui, significa que os valores morais são verdadeiros independentemente do que alguém pensa sobre eles. Por exemplo, “matar é correcto” seria errado mesmo que todo o ser humano achasse que o assassinato é o caminho para alcançar uma maior felicidade e essa prática fosse encorajada como uma atividade extra-curricular para adolescentes.

A única forma de sustentar a ideia de que existem valores morais objetivos é conceder que Deus existe, porque leis objetivas requerem um legislador objetivo.

Sem Deus, no entanto, a moralidade é reduzida para “eu não gosto disto”.

Parece ridículo acreditar que o assassinato é errado só porque simplesmente não gostamos dessa prática. Há algo realmente errado na prática do assassinato que o torna errado. E o que o torna errado é, novamente, o desígnio do Legislador: Deus.
As pessoas têm um sentido de objetividade moral inato, o que não só sugere a existência de uma moral objetiva, como também a existência de um Deus que criou em nós essa consciência.

2. O cristianismo é único (3 minutos)

As religiões não são todas iguais:

1) Muitas religiões têm reivindicações de verdade contraditórias. (Algumas formas de budismo dizem: “Deus não existe”; O cristianismo argumenta: “Há um Deus”, o hinduísmo afirma: “Há muitos deuses”)

2) Mesmo entre as religiões teístas há afirmações contraditórias (cristianismo: “Jesus é Deus”, o judaísmo: “Jesus não é Deus”; islamismo: “Maomé é o profeta”; cristianismo: “Maomé não é um profeta”; judaísmo: “Maomé não é um profeta”; islamismo: “Jesus não é Deus”; etc.)

3) A lei da não-contradição (contradições reais, como “círculos quadrados” ou “solteiros casados​​” não podem existir e não são reais) mostra-nos que, portanto, estas religiões não podem ser todas verdadeiras.

4) O cristianismo é único no sentido em que a sua afirmação religiosa central é um facto histórico: que a pessoa chamada Jesus Cristo morreu e ressuscitou dentre os mortos. Este é um evento histórico que pode ser investigado como qualquer outro evento histórico. No entanto, a exploração deste evento leva à conclusão de que…

3. Jesus é Deus (5 minutos)

1) Os Evangelhos são confiáveis. Eles demonstram muitos critérios utilizados no estabelecer da verdade histórica:

-Atestado múltiplo (os quatro evangelhos contam a mesma história, mas com diferenças significativas o suficiente para demonstrar que eles não são cópias uns dos outros)
-O princípio de constrangimento/embaraço (os autores dos Evangelhos incluem detalhes nos seus relatos que seriam embaraçosos, quer para eles mesmo, quer para a sua cultura, como o fato de que as mulheres foram as primeiras testemunhas de Cristo ressuscitado numa cultura em que o testemunho de uma mulher não possuía qualquer valor legal​​).
-Os escritores morreram pela sua crença nos acontecimentos históricos que se seguiram (embora muitos crentes religiosos morram pelas suas crenças, parece incompreensível que os escritores cristãos dos evangelhos estivessem dispostos a morrer mortes atrozes para se manterem fiéis às coisas que eles teriam inventado –isto se- fosse verdade o que as teorias alternativas argumentam. Veja Strobel – Uma defesa de Cristo)

2) Jesus fez afirmações divinas “Eu e o Pai somos um” João 10:30; “Antes que Abraão existisse , eu sou” João 8:58; etc

3) O milagre da ressurreição é a confirmação por parte de Deus que as reivindicações divinas de Jesus são verdadeiras. Se os Evangelhos são confiáveis ​​(ponto 1), então Jesus é divino.

Conclusões

Há boas evidências para pensar que Deus existe. Há ainda outros argumentos que poderiam ser apresentados, como o argumento teleológico, ontológico, transcendental, o argumento da experiência religiosa, e muito mais.

Nós também podemos perceber que as religiões não podem ser todas verdadeiras. Além disso, há motivos razoáveis para aceitarmos que os Evangelhos são confiáveis ​​e que Jesus afirmou ser Deus e que teve as suas reivindicações autenticadas por Deus Pai no ato de ressurreição de Jesus.

Lembre-se, isto não é nem de perto uma ampla defesa do cristianismo. É simplesmente uma argumentação condensada, fácil de memorizar, uma defesa projetada para estar pronta a ser partilhada para aquele momento em que o Espírito Santo trouxer outras pessoas a cruzarem o nosso caminho.

Nós precisamos de fazer mais pesquisas, apresentar mais -e melhores- argumentos e continuar a testificar de como o Espírito Santo trabalha através do nosso testemunho. Esta defesa não é de maneira nenhuma uma apologética completa, mas destina-se apenas a uma introdução ao tópico por forma a estimular conversas posteriores.

Tenha sempre a razão.

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Reforma Protestante

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Martinho Lutero afixa o seu documento “95 Teses” na porta da Igreja de Wittenberg em 31 de Outubro de 1517 e como isso inicia a Reforma Protestante.

Num país dominado pela cultura Católica, sou membro de uma igreja protestante. Porquê?

Antes de mais deixem-me ser profundamente honesto nesta resposta: faço parte de uma igreja porque Deus me colocou lá.
Tão simplesmente.

Não fui mais inteligente ou mais capaz ou mais astuto do que ninguém, simplesmente fui chamado por Deus para O servir, tal como milhões de outros Cristãos são chamados para O servir por esse mundo fora. Mistério da Graça.

Ponto inicial esclarecido, vou agora abordar o porquê de considerar o Protestantismo o mais importante movimento da história da Igreja Cristã após o seu início no livro de Atos com os apóstolos de Jesus.

Imagine que um amigo chega à sua beira e tem este diálogo consigo:
Amigo – “As minhas aulas de matemática são muito interessantes, estou a aprender bastante. O professor ensina-nos a matéria toda a partir de uns apontamentos escritos à mão que ele traz consigo.”
Você responderia – “Mas, e essa matéria que ele ensina… confere com o manual que vos atribuíram?”
Amigo – “não sei”
Você – “não sabes, porquê?”
Amigo – “não sei porque o manual está em japonês, e nem eu nem ninguém na sala sabe ler ou falar essa língua”
Você – “então e como é que sabes que o que estás a aprender corresponde à verdade? E se quando for o exame nacional de matemática, por causa de uma matéria mal ensinada, vocês tiverem todos negativa?”
Amigo – “Pp..p..pois, és capaz de ter razão, tenho de encontrar um manual que consiga entender para ver se o que estamos a aprender é o correcto!”

Esta conversa hipotética descreve de uma forma necessariamente simples o que ocorreu no século 16 pela mão de Martinho Lutero, monge agostiniano alemão.

Depois de alguns anos a estudar e a ensinar teologia aos seus alunos, ele percebeu que uma coisa era o que estava escrito na Bíblia, e outra era o que era ensinado e praticado na Igreja e pelos seus representantes.

Ora, se nós reagiríamos com cautela e alarme na situação do nosso amigo e do seu professor de matemática incompetente, como acha que deveria reagir um homem que dava aulas de teologia ao ver ensinos bíblicos deturpados com o único propósito de beneficiar monetária e politicamente a igreja da qual ele fazia parte?
Como Martinho Lutero sabia a importância de se lidar com seriedade com assuntos de natureza eterna, como é o Julgamento de Deus na vida do Homem, decidiu dizer “basta!” e em 31 de Outubro de 1517 afixou na porta da Igreja de Wittemberg –local onde eram habitualmente colocados anúncios de vários tipos- uma sua carta com 95 Teses contendo a denúncia de práticas heréticas pela liderança da Igreja Católica.

Após esta denúncia ele empreendeu uma tarefa importantíssima, a primeira tradução para alemão de todos os 66 livros da bíblia, iniciando nos 27 que compõem o Novo Testamento.
Desta forma ele pretendia dar a todo o homem e a toda a mulher a possibilidade de agirem como os Bereianos de Atos 17, examinando nas escrituras se o que era ensinado correspondia à verdade ou não.

Esta importante acção de denúncia marcou o início daquilo que hoje conhecemos como “Reforma Protestante”, sendo os membros das Igrejas que derivaram dessa cisão até hoje conhecidos como “protestantes”, ou “evangélicos”, grupo no qual me incluo.

Martinho Lutero e seus pares, sendo João Calvino um dos mais destacados, desenvolveram logo após esta cisão um conjunto de ensinos conhecidos como Teologia Reformada. Esses princípios chamados de “5 Solas” serviram para manter a prática de interpretação, estudo e ensino da Bíblia e suas doutrinas o mais blindadas possível a pensamentos e doutrinas heréticas e/ou anti-bíblicas.

Quais são e o que significam as 5 Solas protestantes (sola = “somente” em latim)five-solas1

  • Sola scriptura – As Escrituras são inerrantes e fonte única de revelação divina. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para a nossa salvação e é o padrão pelo qual todo o comportamento cristão deve ser avaliado.
  • Sola gratia – A salvação é somente pela graça, sendo graça um favor imerecido que de Deus recebemos. Somos resgatados da ira de Deus, por Deus, e unicamente pela sua graça.
  • Sola fideSomente a fé na obra já completa por Jesus nos justifica, não sendo requerida/necessária qualquer obra adicional
  • Solus Christus – Cristo é o único mediador entre Deus e o Homem. A sua morte expiatória é a única e suficiente obra como meio de salvação, não havendo salvação em nenhum outro nome e em nenhuma outra forma.
  • Soli Deo gloria – A salvação é exclusivamente de Deus, que nos salva pela sua vontade e acção e por isso a glória deve ser dada somente a Deus por toda a nossa vida.

Pode ver um filme sobre a reforma protestante aqui. (dobrado em Português)

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